O ex-diretor da área Internacional da Petrobras, Jorge Luiz Zelada, foi preso na 15ª fase da Operação Lava-Jato
Foto:
PAULO LISBOA / BRAZIL PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O juiz federal Sérgio Moro condenou, nesta segunda-feira, o ex-diretor de área Internacional da
Petrobras
Jorge Luiz Zelada a 12 anos e dois meses de prisão pelos crimes de
corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Moro condenou, ainda, o lobista
João Augusto Rezende Henriques, apontado como operador do PMDB na
estatal e aliado do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha
(PMDB/RJ), a seis anos e oito meses de reclusão. Foram condenados também
Eduardo Costa Vaz Musa, ex-gerente da estatal petrolífera, a dez anos
de reclusão e Hamylton Pinheiro Padilha Júnior a oito anos de prisão.
Segundo
a denúncia da Procuradoria da República, Zelada, na condição de Diretor
Internacional da Petrobras, e Eduardo Musa, gerente da área
internacional da Petrobras, aceitaram propina de cerca de US$ 31 milhões
de Hamylton Padilha e de Hsin Chi Su Nobu Su, para favorecer a
contratação, em 22 de janeiro de 2009, da empresa Vantage Drilling
Corporation para afretamento do navio sonda Titanium Explorer pela
Petrobras ao custo de US$ 1,81 bilhão.
prisão por corrupção e lavagem de dinheiro
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